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Área de agricultura biológica continua a crescer

O futuro é promissor e é fácil perceber que a agricultura tal como está formatada tem os dias contados. Essa é já uma realidade e uma boa noticia para todos nós!

A Madeira tem um Plano Estratégico até 2020 para o setor e o Governo Regional pretende tornar a agricultura biológica predominante na região, tendo definido medidas que visam o aumento da área em 7% e do número de agricultores em 10%, ao ano, até 2020.

Esperemos que assim aconteça!

O número de agricultores biológicos na Região Autónoma ronda os 115, (contando com os que estão em fase de conversão), para uma área de cultivo de 150 hectares.

«O objetivo geral do plano é o de impulsionar a agricultura biológica de forma significativa, quer em número de produtores, quer em área»

2016 ainda não acabou, mas os dados de 2015 não enganam.

Portugal chegou a 2015 com uma área dedicada a agricultura biológica de 241.375 hectares. Na União Europeia (UE), só o Reino Unido e a Holanda registaram um decréscimo entre 2010 e 2015.

O território português tinha, no final do ano passado, 214.375 hectares de área agrícola dedicada a culturas biológicas, segundo os últimos dados analisados pelo Eurostat, divulgados esta semana.

Os números, segundo o gabinete de estatística da UE, representam um aumento de 14,4% face à área de agricultura biológica que o país detinha em 2010. Em termos de peso sobre toda a á área agrícola cultivada, o peso aumento 0,7 pontos percentuais entre 2010 e 2015, para 6,5%.

A agricultura biológica (“orgânica” na definição inglesa e adotada por alguns Estados-membros) «combina as melhores práticas ambientais, um nível elevado de biodiversidade, a preservação de recursos naturais e padrões elevados de produção baseados em substâncias e processos naturais», recorda o Eurostat.

«Fornece uma resposta específica do mercado a uma procura específica do consumidor», ao mesmo tempo que cumpre os requisitos em termos de «proteção do ambiente, bem-estar animal e desenvolvimento rural», acrescenta.

Nos 28 Estados-membros que compõem a UE, havia «mais de 11 milhões de hectares de área certificada ou em conversão em 2015» de agricultura biológica, representativa de 6,2% Da área agrícola utilizada na UE naquele ano.

Entre 2010 e 2015, 26 dos 28 Estados-membros, ainda assim, registaram aumentos das suas áreas agrícolas biológicas. Apenas o Reino Unido e os Países Baixos registaram um decréscimo da área dedicada a esta forma de fazer agricultura, de 29% e 4%, respetivamente.

Em sentido contrário, os maiores aumentos verificaram-se na Croácia (mais 377%), Bulgária (mais 362%) a França (mais 61%) e a Irlanda (mais 53%) foram os Estados-membros em que se verificaram maiores crescimentos da área agrícola biológica entre 2010 e 2015.

Fontes: Jornal de Negócios

Agronegócios

Lusa

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A Parábola do Semeador

Quem não conhece ou já não ouviu falar na parábola do Semeador, uma das parábolas de Jesus encontradas nos evangelhos.

Nesta história, um semeador deixou cair uma semente no caminho, em terreno rochoso e entre os espinhos, e ela se perdeu, mas quando a semente caiu em boa terra, cresceu, multiplicando por trinta, sessenta e cem a colheita.

Assim como nós lançando sementes à terra que se multiplicam e alimentam muitas mesas na nossa maravilhosa ilha. O segredo está na qualidade das matérias-primas, sementes biológicas certificadas, turfa autorizada para agricultura biológica e composto produzido na nossa Quinta.

Tal como este semeador de há alguns milhares de anos atrás, ser semeador hoje continua a ser deveras importante.

Vamos todos semear?

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A Agricultura biológica

A agricultura biológica pode alimentar todo o planeta?

A agricultura biológica é também designada por “agricultura orgânica” e é considerada como uma modo de agricultura sustentável. É um sistema de produção que exclui definitivamente os químicos de síntese e usa outras técnicas preventivas de de acção para manter um solo vivo e produtivo.

A agricultura que utilize estas técnicas e que seja de pequena escala foca-se na ligação entre a planta, o solo, o animal e o homem. Esta é a sustentabilidade. Este é o caminho para o fim da fome e das guerras pelo poder económico alimentar.